Quando tudo parece estar bem, vem de novo aqueles questionamentos que invadem a gente da cabeça aos pés.
Sim, não me esqueço de que fui criada para ser determinada, forte e coerente. Mas tenho medo do que é novo e tenho medo de viver o que não entendo - quero sempre ter a garantia de pelo menos estar pensando que entendo, não sei me entregar à desorientação.
Mas por que não me deixo guiar pelo que for acontecendo? Terei que correr o sagrado risco do acaso. E substituirei o destino pela probabilidade.
Não consigo!
Cabeça dura, orgulhosa, impulsiva, ansiosa. Essa sou eu :)
;*