Eu tenho medo que você se canse de sempre ter que me desculpar, tenho medo que você se canse dos meus erros, tenho medo que você se canse dos meus ciúmes, tenho medo que você se canse da minha frieza que, na verdade, nem existe…Tenho medo que você se canse de mim, porque eu não suportaria te ver desistindo de mim, desistindo de nós. Então, por favor, nunca me deixe. Sei que eu sempre erro, sei que não sei demonstrar o que eu sinto, mas eu tento fazer as coisas certas, só não consigo. E se as minhas tentativas não forem o suficiente, se eu não for o suficiente, eu espero que o meu amor seja. Porque o amor que eu sinto é a coisa mais sincera e bonita que eu posso te dar.
sexta-feira, julho 22, 2011
quarta-feira, julho 20, 2011
Ando meio pensativa ultimamente, saudosa de algumas coisas. Mas são pensamentos bons e aquela saudade gostosa de bons momentos vividos. Temos tantos compromissos nesta vida e vivemos correndo contra o tempo que insiste em nos desafiar, que as vezes nos desencontramos de algumas pessoas por um tempo, e deixamos de vê-las ou falar com elas com regularidade. Não que o sentimento mude, mas as circunstâncias e urgências é que mudam.
Gosto absurdamente de gente! De falar com as pessoas, de vê-las, e de encontrá-las de alguma forma, nem que seja virtualmente. Mas aprendi a duras penas, que nem todas as pessoas podem ou devem fazer parte da nossa vida de uma forma mais profunda. E por isso, não devemos estar acessíveis à todos, contando coisas íntimas, confidenciando particularidades e sonhos. Mas existem pessoas que se tornam próximas sem fazer força, sem impor nada, sem nem mesmo saber. Apenas pelo simples fato de chegarem e se estabelecerem dentro da gente e recebendo o nome de amigo, da forma mais real e verdadeira.
Sinto falta da época em que era tão fácil ver meus amigos, brigar com eles toda semana, passar a tarde fazendo trabalho (qnd na verdade, ninguém fazia nada!) . E eu nem me dava conta de que, quando eu tava mal, eles estavam ali do meu lado todos os dias. Hoje tá tudo tão diferente. É a correria...
quinta-feira, junho 30, 2011
E vou definitivamente ao encontro de um mundo que está dentro de mim, eu que escrevo para me livrar da carga difícil de uma pessoa ser ela mesma. Em cada palavra pulsa um coração. Escrever é tal procura de íntima veracidade de vida. Vida que me perturba e deixa o meu próprio coração trêmulo sofrendo a incalculável, dor que parece ser necessária ao meu amadurecimento — Amadurecimento? Até agora vivi sem ele!É. Mas parece que chegou o instante de aceitar em cheio a misteriosa vida dos que um dia vão morrer. Tenho que começar por aceitar-me e não sentir o horror punitivo de cada vez que eu caio, pois quando eu caio a raça humana em mim também cai. Aceitar-me plenamente? é uma violentação de minha vida. Cada mudança, cada projeto novo causa espanto: meu coração está espantado. É por isso que toda a minha palavra tem um coração onde circula sangue.Tudo o que aqui escrevo é forjado no meu silêncio e na penumbra.Vejo pouco, ouço quase nada. Mergulho enfim em mim até o nascedourodo espírito que me habita. Minha nascente é obscura. Estou escrevendoporque não sei o que fazer de mim. Quer dizer: não sei o que fazer com meu espírito. O corpo informa muito. Mas eu desconheço as leis do espírito: ele vagueia. Meu pensamento, com a enunciação das palavras mentalmente brotando, sem depois eu falar ou escrever — esse meu pensamento de palavras é precedido por uma instantânea visão, sem palavras, do pensamento — palavra que se seguirá, quase imediatamente — diferença espacial de menos de um milímetro.
CL
segunda-feira, junho 27, 2011
segunda-feira, abril 25, 2011
Ei, deixa eu te dizer que você cresceu em mim de um jeito completamente insuspeitado, assim como se você fosse apenas uma semente e eu plantasse você esperando ver uma plantinha qualquer, pequena, rala, uma avenca, talvez samambaia, no máximo uma roseira, é, não estou sendo agressiva não, esperava de você apenas coisas assim, avenca, samambaia, roseira, mas nunca, em nenhum momento essa coisa enorme que me obrigou a abrir todas as janelas, e depois as portas, e pouco a pouco derrubar todas as paredes e arrancar o telhado para que você crescesse livremente, você não cresceria se eu o mantivesse preso num pequeno vaso, eu compreendi a tempo que você precisava de muito espaço...
Sabe, eu me perguntava até que ponto você era aquilo que eu via em você ou apenas aquilo que eu queria ver em você, eu queria saber até que ponto você não era apenas uma projeção daquilo que eu sentia, e se era assim, até quando eu conseguiria ver em você todas essas coisas que me fascinavam e que no fundo, sempre no fundo, talvez nem fossem suas, mas minhas, e pensava que amar era só conseguir ver, e desamar era não mais conseguir ver, entende? Dolorido-colorido, estou repetindo devagar para que você possa compreender.
Dessa vez não vou evitar dizer o que está na minha cabeça só porque eu sei que minha mente sagitariana vai negar no dia seguinte, não fugirei de palavras bonitas porque quem diz não é uma pessoa perfeita, não arrumarei mil defeitos pra brigar contra as novecentas e noventa e nove qualidades, não desviarei meus olhos por medo de ter minha mente lida, não sumirei por medo de desaparecer, não vou ferir por medo de machucar, não serei chata por medo de você me achar legal, não vou desistir antes de começar, não vou evitar minha excentricidade, não vou me anular por sentir demais e logo depois não sentir nada, não vou me esconder em personagens, não vou contar minha vida inteira em busca de ter realmente uma vida.
Sabe, eu me perguntava até que ponto você era aquilo que eu via em você ou apenas aquilo que eu queria ver em você, eu queria saber até que ponto você não era apenas uma projeção daquilo que eu sentia, e se era assim, até quando eu conseguiria ver em você todas essas coisas que me fascinavam e que no fundo, sempre no fundo, talvez nem fossem suas, mas minhas, e pensava que amar era só conseguir ver, e desamar era não mais conseguir ver, entende? Dolorido-colorido, estou repetindo devagar para que você possa compreender.
Dessa vez não vou evitar dizer o que está na minha cabeça só porque eu sei que minha mente sagitariana vai negar no dia seguinte, não fugirei de palavras bonitas porque quem diz não é uma pessoa perfeita, não arrumarei mil defeitos pra brigar contra as novecentas e noventa e nove qualidades, não desviarei meus olhos por medo de ter minha mente lida, não sumirei por medo de desaparecer, não vou ferir por medo de machucar, não serei chata por medo de você me achar legal, não vou desistir antes de começar, não vou evitar minha excentricidade, não vou me anular por sentir demais e logo depois não sentir nada, não vou me esconder em personagens, não vou contar minha vida inteira em busca de ter realmente uma vida.
Dessa vez não vou querer tudo de uma vez, porque sempre acabo ficando sem nada no final. Estou apostando minhas fichas em você e saiba que eu não sou de fazer isso. Mas estou neste momento frágil que não quer acabar. Fiquei menos racional, menos eu. Eu só queria que você soubesse do muito amor e carinho que eu tenho pra você. Acho que é bom a gente saber que existe desse jeito em alguém, como você existe em mim. O balançar de teus cabelos e esse teu jeito meio atacado de ser. Fico feliz em poder sentir tua falta, - a falta mostra o quão necessitamos de algo/alguém. Me faz um bem danado escutar a sua voz antes de dormir, depois de um dia agitado. É assim o nosso ciclo. Eu te preciso. Perto, longe, tanto faz.
Eu quero nós. Mais nós. Abraçados. Grudados. Enrolados. Amarrados. Jogados no chão da sala. Eu quero pouco e quero mais. Quero sábados de madrugada. Quero domingos de manhã. Quero cama desarrumada. Quero seu beijo. Quero seu corpo. Quero seu cheiro. Quero seu abraço. Quero seu riso. Quero aquele olhar que não cansa. Quero você, todos os dias!
sexta-feira, março 25, 2011
ligações entre almas
Como se você já conhecesse a pessoa há muitos anos. Você sente quando ela não tá bem. Mesmo quando ela tá do seu lado falando que tá tudo ótimo, ou quando ta longe e sem contato algum... você sente. Em alguns momentos se torna assustador.
Assinar:
Postagens (Atom)