quarta-feira, janeiro 25, 2012

So Sad.

Estava eu indo trabalhar, quando o telefone toca. Era minha mãe: - Filha, você já saiu de casa?
Já eram 07:30,eu já tava na metade do caminho pro trabalho. Ela queria pedir pra eu colocar uma grade pro Apolo (meu cachorro,rs) não fugir enquanto os pedreiros mexiam lá em casa.
Ah, se ele se soltar é só prender. E eu já tava longe pra voltar.
O Apolo se soltou, o portão tava aberto e ele fugiu. Um senhor correndo atrás de um Pittbull, o que aconteceu? Apolo sumiu e ligaram pra minha mãe. Para desespero geral, nem eu, nem ela e muito menos meu pai tinham como ir pra casa às 17h. O jeito foi ligar pro namorado (super prestativo, diga-se de passagem) e um tio que conhece SD2. Alguém viu um cachorro grande, com pêlos brancos e olhos verdes? Ninguém tinha notícias.
Até que alguém ligou, dizendo que tinha visto ele. E depois outra pessoa e mais outra. Não sei como arrumaram os números de telefone, mas agradeço!
O pior foi ouvir: - Apolo entrou na casa de uma mulher e brigou com outro pit bull!
- Meu Deus! Apolo é o pit bull mais bundão desse mundo!
Desesperei. Mas aí disseram que o outro cachorro tava todo machucado e que a dona ia processar os donos do pit bull branco. Em quem colocar a culpa? Nos meus pais, que não colocaram a grade? Em mim, por não ter voltado em casa? No pedreiro, por não ter fechado o portão? No cachorro, por ter fugido? Foi uma série de erros. Culpar alguém não vai melhorar nada. Pelo menos Apolo não pegou nenhuma criança na rua.
Cheguei em casa. A luz da varanda tinha queimado, não deu pra ver ele na luz. Tava deitado, tremendo. Minha mãe tinha jogado uma água pra tirar o sangue e limpar as feridas. Passou pomada e deu remédio. Meu coração partiu quando vi aqueles olhos verdes olhando pra mim com cara de piedade. Chorei. Gritei com todo mundo, chamei o pedreiro de demente (coitado).
Fui pro quarto ligar pra MF e dizer que tava tudo bem e que ele tava um pouco machucado. Do meu quarto até a porta da cozinha tem uma reta, MF falando sem parar no telefone contando outras coisas pra me ver melhor, quando olho pra frente e vi ele na luz, em pé, tremendo as patas porque não tinha forças. Desabei.
Depois de um tempo, a porta tava fechada e ouvi ele chorar de dor. Não aguentei e fui lá. Quando abri a porta ele levantou e ficou de costas pra mim, pra eu não ver as feridas e nem o rosto dele. Acredita? Pedi pra ele deitar, forcei e... Nada! Ele permanecia lá, parado com rosto virado. Aguentou o quanto pôde, com as patinhas tremendo, ele sentou. Acho que quebrou a pata da frente, a esquerda. Não aguentei e saí pro quarto. Sentei na cama e fiquei olhando pra ele.
Apolo levantou olhando pra mim e foi pra outro lugar onde minha visão do quarto não dava pra enxergar ele. E ainda dizem que cachorro não tem inteligência, que não sente...
Apolo sempre dormiu debaixo da janela do meu quarto (até no final do ano passado, quando meu pai fez uma divisória e deixou ele solto só na parte de trás da casa). Quando meu pai grita comigo, ele late. Se eu demoro a chegar, ele chora. Se eu vou tomar dele alguma coisa que ele pegou, ele faz hora com minha cara.

E ele vai continuar fazendo todas essas coisas, porque ele vai ficar bom rapidinho :)


Dear God the only thing I ask of you is
to hold him when I'm not around,
when I'm much too far away
We all need that person who can be true to you...


terça-feira, janeiro 24, 2012


Tenho aprendido coisas com ele.

Nada muito sensacional,

coisas simples, pequenas alegrias.


quarta-feira, janeiro 11, 2012

Teste das Cores

Resolvi fazer esse teste. O resultado não foi muito bom, mas a frase final me define.
Fiquei confusa, porque uma vez na aula de psicologia na faculdade a professora me disse exatamente isso da segunda frase. Mas gente, eu não perdi nada e nem me sinto só!
Coisa estranha...



Como você opera, age, frente aos seus objetivos e desejos:
Esforça-se por obter vida plena de atividade e experiências, e uma ligação íntima que ofereça realização sexual e emocional.

Quer compensar o que sente ter perdido, vivendo com exagerada intensidade; acha que assim pode libertar-se de todas as coisas que o oprimem.

Suas preferências reais:
É sensível e compreensivo, mas está sob certa tensão; precisa soltar-se na companhia de alguém que lhe seja íntimo.

Necessita de, e insiste nisso, uma relação íntima e compreensiva, ou pelo menos algum modo de satisfazer a compulsão de sentir-se identificado.

Sua situação real:
A falta não-confessada de confiança faz com que seja cauteloso em evitar conflito aberto, e sente que deve conformar-se com as coisas como são.

Sente que não está recebendo o que merece e que não há ninguém de quem possa esperar simpatia e compreensão. Emoções contidas e certa egocentricidade fazem com que se ofenda facilmente, mas compreende que deve conformar-se com as coisas como são.

O que você quer evitar:
Interpretação fisiológica: Tensão resultante do esforço para ocultar preocupação e ansiedade sob um manto de autoconfiança e despreocupação . Interpretação psicológica: A situação atual é desagradável. Sente-se solitário e inseguro, já que tem uma necessidade insatisfeita de se aliar a outros cujos padrões sejam tão elevados quanto os seus, e quer sobressair acima do comum. Esta sensação de isolamento exagera a necessidade, transformando-a num impulso irresistível, ainda mais perturbador para sua auto-suficiência devido ao controle que normalmente se impõe. Como quer demonstrar a qualidade singular do seu próprio caráter, tenta esconder a falta que sente da presença de outras pessoas e finge uma atitude de despreocupada autoconfiança para ocultar seu medo de desajustes, tratando com desprezo os que criticam seu comportamento. Todavia, debaixo dessa aparência de indiferença, realmente anseia pela aprovação e estima dos outros. Em suma: Desapontamento aparentando indiferença.

Seu problema real:
Tem prazer quando está em atividade, e quer ser respeitado e estimado pelas sua realizações pessoais.